Autores


  Arlequim
O estereótipo do sonhador solitário, olhando as estrelas com um olhar plácido mas nada sereno. Sua poesia não segue exatamente um padrão, alternando entre um modernismo incontido, um simbolismo pé-no-chão com traços excessivos de romantismo-segunda-geração. Facilmente se percebe que é um ser teimoso e que tem prazer em contradizer os outros ou a si mesmo. Não gosta de suas própias poesias. Não nasceu para ser poeta. Escreve um poema a cada dois meses.
Obra de destaque:
Passos no crepúsculo
Lema: "I shall not confront Planet as an enemy, But shall accept its mysteries as gifts to be cherished, Nor shall I cruelly seek to peel the layers away like the skin from an onion, Instead I shall gather them together, as the tree gathers the breeze, The wind shall blow and I shall bend, The sky shall open... and I shall drink my fill..." Lady Deirdre Skye, Gaian's acolyte prayer.

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  0Infante

Aparentemente o ser mais "normal" deste blog. É dotado de uma atenção extremamente volúvel e de uma tendência para engrandecer casos ao ponto de parecerem uma grande mentira. Sua poesia é, em demasiada, modernista, com métricas e rimas não muito ortodoxas. Contraditoriamente romântico. Vive do passado, e de certa maneira se orgulha disso. Sua máscara é a felicidade, parece ser simplesmente impossivel vê-lo triste, e mesmo que estes sorrisos não sejam falsos, raramente traduz a sua felicidade interior, ainda assim peca pelo otimismo excessivo.
Obra de destaque:
Carta Poema
Lema: "Pense em tudo, mas pense curto".

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  Sr. Personna

Apesar de não ser o mais velho em idade cronológica, é provavelmente o mais antigo psicologicamente, sofrendo de mau-humor crônico e geriafilia. Sua poesia constitui-se 90% de sombras monotônicas pseudo-góticas augusto-dos-anjianas. Diz ter nascido com duas mãos esquerdas, e dada a impossibilidade de pintar ou desenhar, compõe imagens com palavras. O único no recinto que escreve poesia erótica.
Obra de destaque:
Lavoura de cactos
Lema: "Gosto mais de uma garrafa de vinho que de um poema, mais de um beijo do que do soneto mais harmonioso. Quanto ao canto dos pássaros, o luar sonolento, as noites límpidas, acho isso tudo sumamente insípido. Os passarinhos sabem só uma cantiga e o luar é sempre o mesmo e este mundo é monótono a fazer morrer de sono."

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Láquesis

Está numa eterna procura de não se sabe o quê, numa estrada sabe-se lá onde, circular. É acometida por baixa-estima. Possui leves ataques de histeria. No momento não conhece vastamente a literatura. Prefere o simbolismo, os sonetos Augusto-Anjianos, mas não dispensa o belíssimo lirismo de Fernando Pessoa. Aprecia Nitzsche acompanhado de uma boa música gótica ou irlandesa. Tenta escrever sonetos, cuja métrica é sempre imperfeita, sonetos medianos. Um tanto dramática. Não deve ser uma companhia exatamente estimulante. Seu pecado favorito é a Gula, ama azeitonas.
Obra de destaque: Neurofagia
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Olhos de Girassol
Ou podes atender simplesmente por Tai, oculta sob o véu de viúva de uma Drama Queen, ou talvez presa pelas cordas de uma Puppet Girl. Ela é assim. E por mais que sua busca poética glorifique-se em uma tentativa de soar simplória como a sua própria natureza pedante, ela é a vontade máxima do cosmopolitismo poético segundo uma visão retrógrada – quase parnasiana. Tem raiva e desgosto de seus poemas sem métrica, portanto apega-se a ela e não larga nunca. Admira Augusto dos Anjos e Clarice Lispector, bem como as composições de Tuomas Holopainen; abomina Vinícius de Moraes e alguns contemporâneos da Bossa Nova. Fã de metalinguagem, de erotismo, não sabe fazer poemas de amor. E é feliz assim, ao seu modo.
Obra de destaque:
Olhos de Girassol
Lema:"I weep to have what I fear to lose."

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Terça-feira, Dezembro 30, 2003

Cólera por um amor
Bruno G. Fonseca

Uma impiedosa vontade,
neste corpo fatigado.
Em meu peito a magestade,
do coração retirado.

Vaga em busca um viajante
com sua visão ofuscada.
Um novo caminho errante,
para o colo de tua amada.

E por braças a distância
vira doença de cama.
Vai e descansa em uma instância,
por detras de tu, que ama.

No inicio a doença branda
com o luar tenebroso,
provindo desta varanda,
e faz de inerte o medroso.

Da terra ao fogo
no céu da vida.
Desfaz o rogo,
prece perdida.


ØInfante às 10:30


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Domingo, Dezembro 28, 2003

Passos no crepúsuclo
Iago Soares Otoni Pereira

Ouço passos proibidos
estalando ao meu redor
um arrastar de correntes
um gargalhar no crepúsuclo
(certeza de ser fitado)
são esferas flamejantes,
d'uma era há muito passada

O sol vermelho sorri
um sorriso interminável
de inefável zombaria
massacrando meu sonhar
me lembrando sempre, sempre
destes olhos chamuscantes
que fitei na eternidade
d'uns esparsos momentos
em que digo que vivi

Então simplesmente acordo
(certeza de ser fitado)
pra viver meu pesadelo
meu sofrer cotidiano
numa noite sem estrelas,
sem o sol pra iluminar
aquele canto sombrio
de voracidade estéril
eterno a me devorar

Então teço, escarlate
pra ti uma serenata
espero que ouça, meu sol
com toda a sua atenção;
o réquiem que dedos de ossos
dedilham em meu piano
nessas teclas de marfim

Sei que estou só, com a música
(certeza de ser fitado);
passo os olhos num suspiro
nesta grande cerejeira
procurando pelas flores
levadas pela enxurrada
e a cadeira de balanço
range ao se mover sozinha
até que os ecos s'espalhem
pelo vasto anoitecer
até desaparecer.


* Arlequim ~ Pierrot * às 01:13


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Quinta-feira, Dezembro 25, 2003

Cárcere
Lucas C. Lisboa

Tu estás sugando toda esta minha energia
Cobrindo-me nessas lágrimas de cristal
Não vou beber deste vinho que me faz mal
Nos teus olhos não mais há o brilho da alegria

Entre nós morreu todo o brilho que se via
Jogou-me a uma tumba de grades de metal
Teu beijo já tornou-se um veneno mortal
Sufocou nossa beleza que ainda existia

Esse teu toque quente em mim já se perdeu
Se findou e apenas resta em tuas mãos a frieza
Por ti o meu canto de sonho se calou

São só lembranças mortas o que tu viveu
Creio que ainda consegue enxergar essa tristeza
Assim tu com o nosso existir acabou



Sr. Personna às 12:56


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Terça-feira, Dezembro 23, 2003

Do Luto
Bruno G. Fonseca

Do pouco poder
ter em mãos
a seiva bruta.
Do sangue o ser
ter em vão,
o mal da luta.
-Perder
-Ilusão
-Viver a luta,
de luto...


ØInfante às 13:55


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Domingo, Dezembro 21, 2003

História
Iago S. O. Pereira

E caem impérios
rugem cemitérios
pelas tumbas profanadas

E caem impérios
perdem se mistérios
nas ruínas crescem heras.

E ficam os ratos
roendo os vencidos,
em casas abandonadas,

destramam os fatos,
os sonhos tecidos,
ao som do passar das eras.


* Arlequim ~ Pierrot * às 02:34


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Sexta-feira, Dezembro 19, 2003

Por Hoje
Lucas C. Lisboa

Hoje dá-me vontade
loucuras e insensatez
besteiras e estupidez

Hoje dá-me uma vaidade
de puras e pele tez
de juras e lucidez


Sr. Personna às 10:04


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Terça-feira, Dezembro 16, 2003

Saudades Verdadeiras
Bruno G. Fonseca

Amigo quis saber como está,
se quebrou o pé ou consegue andar,
pois sabe, a saudade passou,
mas enquanto tive foi de matar.

Amigo quis saber onde estava,
se aqui por perto ou com aquela gata,
pois sabe, o tempo mudou,
mas por outro lado a vida mata.

Amigo quis saber como estava,
se novamente com aquela gata,
pois soube, estava de mudança,
mas onde será sua nova casa?

Amigo quis saber como está
se quebrou os ossos naquela caixa,
pois sabe, a saudade ficou, e em mim morou,
mas não mais o vi...

A saudade era de matar
O tempo mata
A nova casa
Aquela caixa
Morou!




ØInfante às 11:05


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Segunda-feira, Dezembro 15, 2003

Ratos amarelos lissérgicos
Lucas C. Lisboa

Agora o tempo corre
Os ratos enfim roem
As feridas ainda doem
Mais um sonho que morre

Olhando ao meu redor
Caleidoscópio quebrado
Me vejo cantando calado
Respirando todo o fedor

O ácido lissérgico na piscina
Corroendo a mente e o coração
Ela verte lágrimas de paixão
Procurar veia então virou sina

Rato roendo seringa de mel
Colher virando caldeirão
Eu me pergunto porque não
Sinto agora o cheiro do fel

No fogo ele então liquefaz
O cheiro espalhando pelo ar
Minha vontade o desejo derrotar
Somente o cheiro já me satisfaz

Na piscina cheia de gatos
Paro e escuto o choro dela
Penso naquela casa amarela
Na casa não há mais ratos


Sr. Personna às 00:14


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Quinta-feira, Dezembro 11, 2003

Tempo Guardado
Bruno G. Fonseca

Ah!
Se pudesse eu guardar as guerras para depois,
esperando o tempo parar, e viver sem tempo;
sem esperar.
Se pudesse eu guardar as mortes de antes,
e viver o agora, neste momento suspenso ao ar;
e esperar...
Se pudesse eu guardar o amor para agora,
e gozar da vida em um momento único, inesperado;
esperar?


ØInfante às 21:20


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Terça-feira, Dezembro 09, 2003

Morte Moderna
Bruno G. Fonseca

AQUI POETA JAZ!
POETA JAZ AQUI!
JAZ AQUI POETA!
AQUI JAZ POETA!
POETA AQUI JAZ!
JAZ POETA! AQUI...




ØInfante às 09:03


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Sexta-feira, Dezembro 05, 2003

Ciências Humanas
Bruno G. Fonseca

Me sinto como uma máquina,
cada vez mais humano,
cada vez mais máquina.


ØInfante às 21:56


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Quinta-feira, Dezembro 04, 2003

A Libélula e a Mariposa
Iago S. O. Pereira

Você não me entende, libélula
embora busquemos a mesma luz
embora dancemos sobre o mesmo açude de águas paradas...

Somos diferentes, libélula
Meus sonhos mal se distinguem no lodo
enquanto os seus pulsam vivos com a luz do sol.
embora nossas asas sejam igualmente frágeis
as minhas estão presas no barro de que somos feitos
já são parte deste pântano verde e cheio de musgo.

Somos diferentes, libélula.
Voo rumo a um fogo fátuo,
funesto habitante do brejo que é minha vida
Enquanto você voa rumo a lua,
que embora esteja distante como o fundo do lago
é sonho tangível e de existência duradoura
uma grande rocha a flutuar na noite.

Eu me visto de escuro e me escondo na sombra
me escondo em meu medo e minha vergonha
você se veste de sol, de íris, de canto
de cores e esperanças (pra mim há tanto perdidas...)

Libélula, fuja enquanto pode
Porque minhas negras asas podem te enganar
o vácuo parasita suga-me no dia a dia
em um espiral de caos e tristeza,
rumo a negridão de minha alma
rumo a sombra da noite...

fuja enquanto está sã, libélula
a lua ainda repousa no céu
enquanto me consumo junto a chama dos mortos.


* Arlequim ~ Pierrot * às 00:42


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Quarta-feira, Dezembro 03, 2003

Em tuas asas
Lucas C. Lisboa

Tua face à minha
alma vizinha
teu corpo ao meu
suspiro seu

Te toca-me
e beija-me
tu se deleita
em mim se deita

Sejas assim
no sonho mesmo
falando sim

O gozo ao fim
em dizer a esmo
dormir enfim


Sr. Personna às 22:02


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Segunda-feira, Dezembro 01, 2003

Quarto
Bruno G. Fonseca

Chão, parede, teto.
Cama, criado, mesa.
-Que mundo!
Ah! da vida
que vi perder!
Corredor, sala, quarto.
Janela, vidro, parapeito.
-Que tempo!
Ah! das dores
que vi ceder!
Perdi amigos.
Cedi amigos.
De longe,
o caminho distante.
Na chegada,
o alivio imediato.
No escuro,
na minha cama,
pensamentos,
de uma outra vida,
em um outro quarto.



ØInfante às 09:21


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"O que é a vida? Fúria!
O que é a vida? Espuma oca!
Um poema, uma sombra quase!
E a sorte não pode dar senão pouco: pois é sonho e os sonhos, sonho...
"

Calderón de la barca, "A vida e o sonho"


Todos aplaudam a nossa poetiza Tai, que por alguma injustiça nunca foi apropriadamente anunciada, e que logo de cara após entrar ganhou o Concurso de Poesia da Editora Litteris - Nos Caminhos da Paixão - e terá seu poema publicado mais recentemente aqui no blog, "Cicatriz", publicado em uma antologia poética. Parabéns, Tai! ^^~ Continue assim. Anyway, o arlequim aqui gostaria de saber a quantas anda o novo template do blog, anunciado a mim pelo Infante. Ressalto a urgência graças ao péssimo feedback que temos recebido a respeito do atual tamplate ^_^ (ass:Arlequim)

Venho convidar a todos os amantes da poesia para se filiar à comunidade Poesia Formada no Orkut, quem ainda não fizer parte basta nos mandar um e-mail falando a razão do convite. A comunidade terá um espaço para criação on-line de poesias e contará com um outro para avaliação para possibilitar publicação de poesias de outros autores no blog. Espero que gostem da idéia, Abraços. (ass:0Infante)

Hoje visitei um blog que normalmente freqüento e vi uma obra da qual gostei muito, e me veio à cabeça uma idéia de fazer um mural de poesia de autores desconhecidos semanalmente ou quinzenalmente, ela esta ainda está em análise, porém quem desejar colocar suas poesias expostas no Poesia Formada basta envia-la para o nosso e-mail que nós analisaremos, e a postaremos caso seja boa. Outro método será a observação de blogs, e assim que achemos uma obra interessante pediremos a autorização do autor para publica-la aqui. Esta Idea ainda está em discussão. (ass:0Infante)

Estou novamente aqui para falar algumas "regras de boas maneiras" para a efetuação de comentários, será aceito todo e qualquer comentário sobre a avaliação poética das obras, ou sobre o site e autores do mesmo em si. Terão os comentários deletados os comentários com conteúdo ofensivo ou sem identificação do autor do mesmo. Outros no molde de autopropaganda serão ser mantidos desde que seguido esta norma, estas medidas estão sendo adotadas de modo a manter o bom nível do site, que não significa propriamente ter um número grande de comentários, já que acredito que a freqüente visitação dele reflete a sua qualidade na visão dos leitores. Agradeço pelos comentários bem estruturados e pelas visitas quase que diárias. (ass:0Infante)

Peço desculpas aos visitantes do blog, estou aqui para informar que a ordem de postagem é a seguinte 0Infante, Arlequim, Poeta do Hediondo e Shin´an Anklet, e qualquer atraso é causado pelo escritor, caso este não poste em no máximo três dias, será repassado a obrigação da postagem ao próximo escritor da seqüência, caso este próximo não poste, será repassado ao terceiro, e assim por diante. O blog será atualizado hoje (dia 18/02/04). Ainda estamos nos adequando a estas normas, agradeço a sua compreensão. (ass:0Infante)

Caros leitores do Poesia Formada, com orgulho venho comunicar que nossa equipe conta com uma nova poetisa. E acreditem, ou não, mesmo escrevendo há somente um mês, nos cativou com suas surpreendentes obras, e víamo-nos com o dever de convida-la para fazer parte do grupo, convite este que foi prontamente aceito. Com muita satisfação estou dando boa vinda à nossa nova poetisa, Júlia Levy, que terá suas obras publicadas nesse blog a partir da semana seguinte. Parabéns Júlia torço para que contemos sempre com este seu talento ao nosso lado. Saudosamente. (ass:0Infante)

Ocorreu um pequeno problema na formatação do texto, o que acabou por retirar a forma linear dos poemas, e, em alguns computadores com fonte maior, foram criadas "linhas extras" que podem ter prejudicado a estrutura de tais, isto danificou especialmente os sonetos... Estamos trabalhando para consertar isso o mais rapidamente possível. Obrigado por sua compreensão. (ass:0Infante)

Olá, caros leitores. Bem vindos ao Poesia Formada. Este é um blog onde três amigos expõem seu trabalho poético. Quem vos fala é Iago, também conhecido como Arlequim, o criador do template, apesar de saber muito pouco de html. O blog é atualizado em média de dois em dois dias, com um ou outro atraso. Atualmente é permitido aos três membros postarem não apenas poemas, mas prosas poéticas, imagens e dissertações sobre poesia, quando oportuno. Também aceitamos novos membros, e caso tu queiras participar, mande-nos um e-mail com uma amostra de teu trabalho poético, ou contate-nos via ICQ. (ass:Arlequim)

E-mail do Poesia Formada: poesiaformada@hotmail.com
Através dele receberemos qualquer trabalho e informação, responderemos, sempre, que/ou quando possível. Atenciosamente, Poesia Formada.

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